sábado, 3 de janeiro de 2009

Mais vale tarde que nunca...

Aqui estão algumas fotos da estadia nos Açores em 2008. Apreciem e comentem...



terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Fotografia: um hobbie














Por-do-Sol espectacular na Serra da Estrela.... claro.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Fernando Lopes-Graça fazia hoje 102 anos

Nascido em Tomar a 17 de Dezembro de 1906, cidade sobre a qual escreveria que é onde «o monumento completa a paisagem; a paisagem é o quadro digno do monumento; e a luz é o elemento transfigurador e glorificador da união quase consubstancial da Natureza com a Arte.» Apenas com 14 anos, começou a trabalhar como pianista no Cine-Teatro de Tomar, procedendo ele próprio aos "arranjos" dos trechos que interpretava, tocando peças de Debussy e de compositores russos contemporâneos. Na época, competiam em Tomar as duas bandas rivais: Gualdim Pais e a Nabantina. Em 1923, frequenta o Curso Superior do Conservatório de Lisboa, tendo como professores: Adriano Meira (Curso Superior de Piano), Tomás Borba (Composição) e Luís de Freitas Branco (Ciências Musicais); em 1927, frequenta a Classe de Virtuosidade, onde tem como professor o maior pianista português de todos os tempos: Mestre Vianna da Motta (antigo aluno de Liszt). Em 1928, frequentaria também o curso de Ciências Históricas e Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa, que viria a abandonar em 1931, em protesto contra a repressão a uma greve académica. Entretanto, funda em Tomar o semanário republicano “A Acção”. Em 1931, conclui o Curso Superior de Composição com a mais alta classificação, concorrendo de seguida a professor do Conservatório, em piano e solfejo, o que lhe viria a ser vedado devido à sua oposição ao regime político, sendo inclusivamente preso e desterrado para Alpiarça. Leccionaria na Academia de Música de Coimbra, vindo a colaborar na Revista Presença, um dos esteios da poesia em Portugal. Em 1937 ganha uma bolsa de estudo para Paris, a qual contudo lhe seria igualmente recusada por motivos políticos. Não obstante, decide partir para França por conta própria, aproveitando para ampliar os seus conhecimentos musicais, estudando Composição e Orquestração com Koechlin. É autor de uma vasta obra literária incidente em reflexões sobre a música portuguesa e a música do seu tempo, mas maior ainda é a sua obra musical, da qual são assinaláveis os concertos para piano e orquestra, as inúmeras obras corais de inspiração folclórica nacional, o Requiem pelas Vítimas do Fascismo (1979), o concerto para violoncelo encomendado e estreado por Rostropovich, e a vastíssima obra para piano, nomeadamente as seis sonatas que constituem um marco na história da música pianística portuguesa do século XX.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Música para Banda

É apresentado neste post um dos compositores mais conceituados do momento: Philip Sparke.
Nasceu em Londres e estudou composição, trompete e piano no Royal College of Music. Muito cedo começou a compôr para Brass Band e Wind Band. É um compositor que merece ser tocado e ouvido. Para saber mais sobre ele consulte a sua página pessoal.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Fotografia: um hobbie














Foto tirada nas Penhas Douradas (Serra da Estrela), após o primeiro nevão do ano. Paisagens lindíssimas que a natureza nos proporciona.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Fotografia: um hobbie














O rio Mondego à sua passagem pelo Covão da Ponte.

domingo, 23 de novembro de 2008

Música para Banda

Apresento neste post a obra «Lincolnshire Posy» do compositor Percy Aldridge Grainger. Considerada a «grande obra» deste compositor, tem uma duração de aproximadamente dezasseis minutos, e é composta por seis andamentos. Saiba mais sobre esta obra aqui.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Banda de Música da Força Aérea Portuguesa em Montemor-o-Velho

No próximo dia 15 de Novembro, o Pavilhão Municipal de Montemor-o-Velho recebe a Banda de Música da Força Aérea, a partir das 21.30h.
Organizado pela Filarmónica 25 de Setembro e pela Câmara Municipal, a iniciativa realiza-se no âmbito da Festa da Música.

sábado, 8 de novembro de 2008

Fotografia: um hobbie














Em mais uma edição desta rubrica apresento uma foto de um local mítico da Serra da Estrela: a Nave da Mestra. Esta foto foi tirada no passado dia 23 de Agosto aquando de uma caminha pela serra com um grupo de amigos.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Entrevista

Depois de ter sido solicitado pelo Blog da ARFPM-Música Nova, foi com enorme prazer que acedi a dar uma breve entrevista. Visite o Blog e saiba mais...

sábado, 1 de novembro de 2008

Música para Banda

Como foi anunciado no último post as novidades estão a chegar. E para começar, apresento a nova rubrica «Música para Banda». Pretendo com esta rubrica, apresentar aqui compositores, obras, músicos, bem como divulgar outros conteúdos ligados à música para Banda.

E para começar da melhor maneira, apresento hoje um compositor português: Jorge Salgueiro.

Jorge Salgueiro nasceu em Palmela em 1969. Até 1998 dividiu a sua actividade compositor com a de intérprete tendo ingressado na Orquestra das Escolas Particulares (1986), Banda da Armada (1987), Orquestra Sinfónica Juvenil e Orquestra dos Jovens do Mediterrâneo (1988), Orquestra Sinfónica de Corfu/Grécia (1989), Orquestra de Câmara de Torres Vedras e Banda de Jovens da Comunidade Europeia (1990), Orquestra Portuguesa da Juventude (1991). Foi por diversas vezes solista e em 1988 ganhou o 1º prémio de nível superior em trompete nos concursos promovidos pela Juventude Musical Portuguesa.Dirige obras suas desde os 17 anos: Orquestra Juvenil dos Loureiros (1987/1993); Café Orquestra (1993); Coral Infantil de Setúbal (1992/1998); Orquestra e Coros do Conservatório de Viseu (2003); Orquestra Nacional do Porto e Coros do Círculo Portuense de Ópera (2004); Negros de Luz (1995/2005). Orquestra e Coros do Gabinete Coordenador de Educação Artística da Madeira (2005/2007); ópera Pino do Verão (2001/2005); Orquestra Didáctica da Foco Musical (1998/2006); Banda Militar da Madeira (2006) e Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana (2006). Compõe regularmente desde os catorze anos, sendo autor de cerca de 150 obras entre as são de referir a Sinfonia n.º 1 A Voz dos Deuses, a Sinfonia n.º 2 Mare Nostrum, as fábulas sinfónicas A Quinta da Amizade e Projecto Tartaruga, a cantata O Conquistador, as óperas O Achamento do Brasil e Pino do Verão, o Requiem pela Humanidade e a Abertura para o Gil, entre diversa música para orquestra, banda, coro, de câmara e para crianças. Realizou mais de 300 arranjos de obras de outros autores. Actualmente é compositor residente da Banda da Armada e do Grupo de Teatro O Bando.Foi distinguido pela Juventude Musical Portuguesa (1988), Academia Luísa Tody (1989), Marinha (1996 e 2005), Costa Azul (2002) e Rotary Club (2004).